sábado, 28 de abril de 2007

O Caçador de Pipas


Um belíssimo livro, narrado em primeira pessoa (não informa se é auto-biográfico, mas a idade do autor, que nasceu no Afeganistão, mas foi criado nos Estados Unidos, coincide com a do personagem), que conta a história de um menino afegão que teve uma infância dourada no Afeganistão, de sua amizade de infância com o filho do caseiro de seu pai, criados juntos, mas as ocorrências da vida os separam.
Amir e Hassan: Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade.
Destaque para a profundidade do narrador, causador de sentimentos contraditórios e a sua rendenção. E seu pai, que poderia ser considerado o símbolo que melhor representa o Afeganistão.
"Por você, faria isso mil vezes"

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Big Brother

Já faz um tempo que a edição 2007 terminou, mas continuam as publicações sobre os ex-participantes. Sinceramente, gosto muito do programa e não me envergonho disso, porém detesto essa badalação em torno dos ex-BBBs. Sempre a mesma especulção sobre se as mulheres vão posar nuas, se os homens irão pra G, quem vai ser atriz, ator cantor, peão de obra, faxineiro na globo, não importa, qualquer motivo é válido pra se manter em evidência e ter o que se publicar.
O futuro do Alemão, vencedor deste ano, já está traçado, mesmo com o carisma que lhe assiste, não é uma Grazi e não poderá fazer papel de santinha em novela das 8, restará fazer figuração no Zorra Total ou na Turma do Didi, até ser esquecido. então já era...

sábado, 14 de abril de 2007

O grande Gatsby


Os livros chamados clássicos são sempre surpresas ao leitores mais novos. Alguns escondem a uma beleza desaparecida, que não existem em seriados, novelas, filmes, já outros...
Bem, a leitura de O grande Gatsby produziu em mim o mais retumbante fracasso... A preparação para ler o livro por uma tradução não muito boa ou a história que hoje pode ser considerada velha, não sei o motivo que não permitiu que o livro empolgasse, ele me pareceu "A Moreninha". Uma comparação estranha, mas que se encaixa perfeitamente na minha mente, afinal, ambas são uma história gasta.

Algumas personagens até são interessantes, como o misterioso protagonista, Jay Gatsby, é um homem realmente encantador, com charme de sobra. Porém, as outras necessitam de tal qualidade. O narrador-personagem, Nick é fraco, que juntamente com Daisy a mocinha boba, atrapalham mais do que ajudam a montar a trama. Talvez, o marido de Daisy, Tom, pudesse ser melhor trabalhado para servir de contraponto a Gatsby, mas cai muito facilmente.
Apenas Jordan Baker, a jogadora de golfe, merece uma nova chance. Em sua cenas, ela brilha e traz o sarcasmo e a irionia necessárias para uma boa história. Mesmo desprezada pelo narrador, suas palavras marcam de forma intensa, ao contrário de insossa Daisy. Teríamos um livro muito melhor se Jordan fosse a narradora, acho que Scott deveria ter deixado essa para Zelda.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Boa Noite

Bem, tento agora iniciar mais um blog, vamos ver se este vai pra frente...